Quando percebi que não era sacanagem do professor e a menina, sem pestanejar, já havia se levantado e estava na minha frente esperando a ordem pra iniciar, minha outra reação foi um misto de soberba e pena da pobre menina, pois minha obrigação de macho era ganhar, pois jamais queria passar pela vergonha de não derrotá-la. Por isso, apesar de não querer massacrá-la, a vitória era certa.
E então começou a luta. A mais ridícula do mês! Eu sabia que a qualquer momento eu iria derrotá-la, e então coloquei pra fora todo meu repertório de golpes fantásticos (puff!!!), tão fajutos que não deu nenhum certo. Ela tentou outros e eu me esquivei bem. Pensei na possibilidade de derrubá-la e imobilizá-la no chão. Mas a anatomia feminina e a possibilidade de deixar meu rosto perto das suas partes íntimas ou minha mão pegando nos seios, me fez desistir da luta no chão (não poderia passar pelo vexame de ficar de pau duro! Rá!). Tudo estava sob controle, enfim.
Já perto de acabar o tempo regulamentar da luta, eu não estava sendo ameaçado, tampouco a ameaçava. Até que veio algo surpreendente!
O professor alertou para a falta de combatividade de ambos e, quando a gente voltou ao combate, mais do que ligeiro ela me agarra, se vira de costas, me puxa pra o lado e coloca o pé pra me derrubar. Tropecei no seu pé, caí no chão, meio de bunda, meio de lado. Ela ganhou um Koka, a pontuação mais borréia do Judô.
A risadagem foi geral. Logo depois, a luta acabou. Mais risadagem da galera masculina. Eu não temia perder, mas minha falta de garra, fruto da minha personalidade sem graça e apagada, me fez ser vencido. Ela ganhou por um Koka. E eu ganhei fama de frouxo na sala. Me fudi.
E então começou a luta. A mais ridícula do mês! Eu sabia que a qualquer momento eu iria derrotá-la, e então coloquei pra fora todo meu repertório de golpes fantásticos (puff!!!), tão fajutos que não deu nenhum certo. Ela tentou outros e eu me esquivei bem. Pensei na possibilidade de derrubá-la e imobilizá-la no chão. Mas a anatomia feminina e a possibilidade de deixar meu rosto perto das suas partes íntimas ou minha mão pegando nos seios, me fez desistir da luta no chão (não poderia passar pelo vexame de ficar de pau duro! Rá!). Tudo estava sob controle, enfim.
Já perto de acabar o tempo regulamentar da luta, eu não estava sendo ameaçado, tampouco a ameaçava. Até que veio algo surpreendente!
O professor alertou para a falta de combatividade de ambos e, quando a gente voltou ao combate, mais do que ligeiro ela me agarra, se vira de costas, me puxa pra o lado e coloca o pé pra me derrubar. Tropecei no seu pé, caí no chão, meio de bunda, meio de lado. Ela ganhou um Koka, a pontuação mais borréia do Judô.
A risadagem foi geral. Logo depois, a luta acabou. Mais risadagem da galera masculina. Eu não temia perder, mas minha falta de garra, fruto da minha personalidade sem graça e apagada, me fez ser vencido. Ela ganhou por um Koka. E eu ganhei fama de frouxo na sala. Me fudi.